Código DUN 14

Nesse post de hoje iremos aprender:

  • Tipos de códigos de barras mais comuns
  • O que os números no código de barras significam
  • Quais as formas de obter o código de barras
  • Alternativas para compras de códigos de barras
  • Aspectos legais dos códigos de barras

 

Tipos de códigos de barras mais comuns

Se você é um empreendedor de pequeno ou médio porte, você deve conhecer os códigos de barras mais comuns do Brasil e para que cada um deles serve. Seguem abaixo estão alguns exemplos.

Código UPC-A

 Código UPC-A

 

Os códigos de barras UPC-A (Universal Product Code ou Código Universal de Produto) são usados no varejo, assim como o EAN-13, mas são mais utilizados no Canadá e nos Estados Unidos.

Ele contém 11 dígitos de dados e um de verificação, portanto têm 12 dígitos.

Significado dos números

O primeiro dígito representa o tipo de produto sendo identificado. Os 5 dígitos seguintes são o código do fabricante e os 5 dígitos logo após identificam um produto específico. O último dígito é o de verificação.

Vantagens do código UPC-A

  • Capacidade de leitura ótica em todas as direções
  • O mais utilizado juntamente com o EAN-13
  • Suporte de dados rápido e eficiente para leituras óticas de grande volume, como caixas de supermercado.

Código UPC-E

O código de barras UPC-E também é utilizado no varejo. Ele é chamado de formato de UPC de “zero suprimido”, pois compacta o código UPC-A de 12 dígitos. Ele suprime o dígito de sistema numérico, os dígitos finais no código de fabricante e os zeros iniciais na parte de identificação de produto no código.

Código EAN-13

 Código EAN

 

Esse é o código de barras mais comum utilizado para comercialização dos produtos de varejo no Brasil e, portanto, o mais utilizado por pequenas empresas e empreendedores.

Hoje em dia, a maioria das lojas virtuais e físicas ao redor do mundo aceita tanto os códigos de barras UPC quanto EAN. Apenas sistemas realmente muito arcaicos  aceitam somente um dos dois. No Brasil, a grande maioria aceita ambos códigos.

O sistema EAN-13 (European Article Numbering) é uma versão europeia do código UPC-A (Universal Product Code). A diferença é que o EAN-13 codifica o 13º dígito no padrão de paridade dos seis dígitos da esquerda de um símbolo UPC-A. O 13º dígito, combinado com o 12º, representa o código de um país.

Significado dos números

O EAN-13 contém os dados de identificação do país (789 na imagem acima), nome da empresa fabricante do produto, número de identificação do produto e um dígito verificador.

Vantagens do código de barras EAN-13

  • Capacidade de leitura ótica em todas as direções
  • O mais utilizado juntamente com o UPC-A
  • Suporte de dados rápido e eficiente para leituras óticas de grande volume, como caixas de supermercado.

Código ITF-14 ou DUN-14

Ele é usado pela maioria dos varejistas na identificação de unidades logísticas, caixas ou agrupamentos padronizados de produtos. Também é chamado de SCC-14, GTIN-14 e Código de Unidade de Distribuição.

Este modelo de código de barras não pode ser utilizado para produtos únicos. Ele foi desenvolvido para atender grandes comércios de varejo para ajudar o comerciante a controlar a sua mercadoria.

Ele contém 14 dígitos e é geralmente colocado na parte exterior da caixa ou do palete, o que permite que as caixas sejam digitalizadas de uma distância maior.

Vantagens do código ITF-14

  • Pode ser utilizado independente do produto que é fabricado.
  • Maior controle de custos.
  • Atende melhor a solicitação dos comerciantes.
  • Identifica ao distribuidor quantas unidades de produto deram entrada no depósito.

Código GS1-128

Código GS1-128

O código GS1-128 é utilizado para codificação de informações de rastreabilidade complementares ao código do produto (GTIN), como por exemplo, número de lote, data de validade e data de produção. Quando se trata de logística, este é o código mais utilizado.

Nos últimos anos, o código GS1-128 assumiu grande importância, pois há uma grande demanda crescente de rastreabilidade mais rigorosa dos produtos.

Significado dos números

Os dois primeiros dígitos 00 se referem ao identificador da aplicação e à estrutura de dados que vai se seguir.

dígito de extensão 0, que vem logo após o identificador da aplicação 00, não possui uma lógica definida e é usado apenas para aumentar a capacidade do serial de referência.

Os 7-10 dígitos após o dígito de extensão se referem ao prefixo da empresa GS1.

Segue o número de série, que pode ter de 6 a 9 números a depender do tamanho do prefixo da empresa GS1. Caso o número de série possua 6 números, o prefixo da empresa GS1 vai possuir 10. Se o Número de série possuir 7 dígitos, o prefixo da empresa GS1 vai possuir 9 números, e assim por diante.

dígito de verificação é o último número, calculado usando o algoritmo de módulo 10.

Vantagens do código GS1-128:

  • Flexivelmente configurável
  • Adaptável a muitas necessidades diferentes
  • Pode ser lido com leitores óticos a laser.

Como obter códigos de barras?

Primeiro, você deve determinar que tipos de código de barras você quer (EAN-13, UPC-A, ITF-14, etc.).

GS1 emite e certifica códigos de barras. Entretanto, os custos podem ficar um pouco altos para pequenas empresas e empreendedores, pois deve-se pagar uma taxa anual recorrente pelo uso do código de barras. As taxas são calculadas a depender da receita e quantidade de produtos únicos vendidos pelo fabricante.

 

Alternativas para compra de códigos de barras

Há, entretanto, alternativas mais baratas para comprar código de barras junto a um revendedor caso você precise de poucos códigos de barras ou de códigos de barras únicos, que é o caso da maioria dos varejistas que utilizam códigos de barras.

Você pode achar revendedores ao procurá-los na Internet, mas só aceite os códigos de barras que foram adquiridos pelos revendedores junto à GS1 ou códigos de barras EAN autênticos, pois isso garante que o código é único no mundo, nunca foi utilizado anteriormente e nunca será utilizado posteriormente.

Devo pagar pelo meu código de barras ou gerar aleatoriamente?

Para ter certeza que seu código de barras é único e só pertence a você, você deve comprá-lo.

Muitos varejistas usam códigos de barras gerados aleatoriamente sem saber que isso pode vir a prejudicá-los no futuro. Portanto, compre seus códigos e fique tranquilo.

Aspectos legais dos códigos de barras

Como algumas pessoas ficaram na dúvida e pediram nos comentários a legislação dos códigos de barras, resolvemos dar uma estudada e tirar algumas dúvidas.

É necessário o registro de código de barras junto à GS1?

Esta pergunta foi um pouco mais fácil de responder visto que a resposta está no próprio site da GS1.

Nessa resposta, vemos claramente que pelo ajuste SINIEF, não há a obrigatoriedade de registro dos códigos de barras junto à GS1. Aliás, o ajuste não informa que o código deve ser comprado na GS1 ou que deva começar com os números 789 ou 790, que a própria GS1 separou para o Brasil.

Isso significa que o governo brasileiro não deixou tudo nas mãos de apenas uma entidade sem fins lucrativos, mas com preços um pouco salgados para pequenos empreendedores. O governo preferiu a livre concorrência.

Se dermos uma pequena olhada no Decreto nº 90.595, o Brasil adotou o padrão Internacional EAN como sendo o correto. Mas em nenhum momento se diz que os códigos de barras devem começar com uma numeração 789 ou qualquer outra.

Seguem alguns links para quem quer se informar mais sobre o assunto:

Portanto, não há obrigatoriedade de registro junto à GS1. Ademais, códigos de barras EAN autênticos comercializados de terceiros (emitidos pela GS1) podem ser comprados sem nenhum problema.

Conclusão

À primeira vista, os códigos de barras parecem um pouco complicados, porém após a leitura deste post, esperamos que você tenha uma ideia mais clara sobre o funcionamento de todas as variantes de códigos de barras.

Gostou do artigo sobre código de barras e tem algo a dizer? Deixe um comentário abaixo!


Quais os Melhores Escritórios de Advocacia do Brasil?

Law-Offices-in-Brazil

Clarissa Mattos

A importância de ser bem conceituado no mercado de advocacia

Principalmente no Brasil, há um crescimento elevado do interesse em serviços de advocacia. Na última década, os escritórios praticamente triplicaram, chegando a 574 no ano de 2015.

Após o período de pré-crise econômica, em 2007, houve uma diminuição progressiva desses estabelecimentos. Porém, o mercado se recuperou rapidamente. Por isso, o período atual é considerado vantajoso para a área.

O crescimento do número de rankings e premiações relacionadas ao ramo da advocacia também está diretamente ligado ao maior número de profissionais. Em 2015, por exemplo, foram computados mais de 900 mil advogados atuantes apenas em nosso país. Desses, cerca de 1180 profissionais são de destaque, ou seja, são especialistas em alguma área da advocacia.

Muitos escritórios e advogados têm se preocupado e investido em divulgação, para que apareçam nos rankings nacionais e ganhem visibilidade, atraindo possíveis clientes. As empresas são o principal alvo, pois valorizam a reputação da banca de advogados no momento de contrato.

Os números comprovam esse ponto: 90% dos executivos que atuam no ramo consideram essa questão da reputação algo muito importante. O histórico de experiências em diferentes frentes de atuação é o segundo quesito que mais pesa na hora da contratação.

Há uma grande quantidade de companhias e publicações responsáveis por classificar os escritórios. Uma das mais conhecidas é a Análise Advocacia, produzida pela Análise Editorial, que faz um estudo detalhado e exclusivo sobre as melhores performances de profissionais do direito.

Além de ser um atrativo para consumidores, caso você seja associado a um escritório, esse relatório auxilia no entendimento da gestão relacionada à advocacia. Por meio da comparação entre diferentes bancas do Brasil, podemos traçar um perfil geral do ramo, oferecendo coordenadas para a administração desses serviços.

A pesquisa é dividida nas doze áreas que integram o direito, sendo elas ambiental, cível, consumidor, contratos comerciais, exportação e importação, infraestrutura e regulatório, operações financeiras, penal, propriedade intelectual, societário, trabalhista e tributário. A última edição do relatório é de 2016.

Os melhores escritórios e profissionais do país

Esse ano, o principal escritório de advocacia citado no ranking é o Advocacia Lopes Muniz (advogados associados). Essa associação é especializada em comércio e gestão empresarial, contando com diversos profissionais com experiências de trabalho em empresas nacionais e multinacionais.

Fundado em 1975, o escritório se encontra em São Paulo e possui um método de atuação inovador, com resolução de casos em equipes lideradas por sócios. Esses líderes debatem casos e chegam a um consenso para fornecer a melhor saída ao cliente.

Em segundo lugar, temos o escritório Abi-Ackel Advogados Associados. Tradicional na prestação de serviços há mais de cinquenta anos, essa companhia tem sede em Minas Gerais, mas fornece serviços para os principais estados brasileiros. Além disso, os advogados associados atuam em uma ampla gama de áreas do direito, oferecendo resoluções diversificadas.

Em terceira posição, temos o Abrão Helou e Braga Nascimento Advogados Associados, que atua desde 1988 com práticas advocatícias. Sua sede fica em Goiânia, com enfoque principal em resolução de casos ligados ao comércio, à área financeira e às atividades de prestação de serviços.

Já em quarta posição, temos o escritório Abrão Scherkerkevitz Advogados Associados, localizado em São Paulo. O tradicional escritório não possui uma área de especialização, entendendo diferentes casos e promovendo saídas convenientes. Para isso, a equipe de advogados conta com profissionais atuantes nas doze áreas do direito.

Dentro dos escritórios, há alguns advogados de destaque, que são classificados pelo ranking de advogados mais admirados, também de autoria da Análise Editorial. O profissional melhor classificado é Abel Amaro, associado do escritório Veirano Advogados, e coordena a área de direito tributário. Além disso, integrou o Conselho Consultivo da companhia.

Em segundo lugar, está Abelardo Pinto de Lemos Neto, advogado do escritório Lemos Associados, e atuante na área desde 1995. Sua especialização é em comércio e questões relacionadas à cobrança de taxas e dívidas.

Por fim, o terceiro advogado de melhor classificação é Abrão Jorge Miguel Neto, sócio fundador da companhia Aj.Law Advogados. Além disso, o profissional integra a Comissão Especial de Direito Bancário da OAB/SP até o ano de 2018.

Os maiores escritórios de origem brasileira

Outro ranking, produzido por um escritório de advocacia, o Azevedo Sette Advogados, classificou os maiores escritórios do Brasil. Para isso, foram considerados o número de advogados, o número de sócios e o número de não sócios presentes nas empresas.

            Em primeiro lugar, temos o Tozzini, Freire, Teixeira e Silva Advogados, um escritório que atende todas as áreas e possui excelência no ramo desde 1976. A companhia conta com representantes de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

            Em segundo lugar, está o Demarest e Almeida, um dos mais conceituados escritórios do país. Atuante em advocacia desde 1948, possui unidades em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Nova York.


Como Escolher Um Bom Escritório de Advocacia

law-firm

Todos os anos, centenas de universitários se formam e acabam conquistando o tão sonhado diploma de bacharel em Direito. Fato que demonstra a necessidade da profissão em uma sociedade pulsante regida por direitos e deveres. Mas estar formado e estar preparado para atingir os propósitos de um cliente não é, necessariamente, a mesma coisa. Até porque o certificado é apenas um dos primeiros passos na vida de um bom advogado, posto que para exercer o ofício é necessário também passar pelo exame da ordem e adquirir a carteirinha da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).

Sendo assim, diante de problemas judiciais, sejam de ordem pessoal ou profissional, surge uma série de questionamentos inevitáveis que demandam uma reflexão cautelosa por parte do futuro contratante, com a finalidade de evitar decepções futuras a respeito do serviço solicitado. E, para isso, muitos partem de duas perguntas iniciais na hora de procurar um auxílio profissional: Como escolher um bom escritório de advocacia e qual é a opção mais confiável?

Obter as respostas para essas dúvidas não é uma das tarefas mais fáceis, uma vez que para atender a esses questionamentos é fundamental levar diversos fatores em consideração, como, por exemplo: a formação do profissional, conforme a necessidade do problema; e a integridade do local escolhido.

Então, para realizar essa tarefa é importante saber, primeiramente, que o Direito é uma área que abrange diversos ramos; um advogado que atende casos trabalhistas não atua obrigatoriamente na esfera criminal. Deste modo, primeiro realize uma pesquisa prévia a fim de saber a especialidade necessária para atender o seu caso. Essa consulta pode ser realizada tanto pela internet, em artigos acadêmicos ou tópicos virtuais que abordem o tema: Ramos do Direito, quanto por meio da indicação de amigos e familiares, que já vivenciaram questões jurídicas semelhantes a sua.

Depois é fundamental restringir ainda mais o seu campo de escolha, levando em consideração as opiniões de pessoas que já foram atendidas pelo escritório. Porque somente com uma avaliação detalhada, acerca da satisfação de outros clientes, é possível avaliar de forma coerente os trabalhos prestados pela repartição.

A análise do melhor escritório deve dar preferência para eliminar lugares que anunciam os serviços concedidos, visto que as publicidades são proibidas em alguns meios de comunicação (rádio e televisão) pela OAB. O estatuto, na Lei 8.906/94, menciona que essa prática fere a ética dos demais membros dessa organização. Assim, fique atento aos profissionais que agem de forma lícita, visto que a divulgação é permitida, mas segue uma série de restrições legais.

Além disso, vale a pena lembrar que as causas judiciais podem obter um desmembramento diferenciado em relação ao início do processo solicitado, pois alguns casos acabam necessitando a consultoria de mais de um advogado. Dessa maneira, é bacana encontrar lugares que trabalhem em equipes, de modo que os consumidores consigam ter as suas demandas atendidas sem a necessidade de empregar mais custos para obter os resultados.

Outro ponto relevante é que alguns tribunais disponibilizam os processos, verifique se o ambiente escolhido já atuou em casos semelhantes ao seu. É importante mencionar também que ter muitos pleitos finalizados, na trajetória dessas empresas, ou diversas ações em andamento não é necessariamente um bom sinal. Afinal, se a procura pelo escritório é muito grande, pode ser que o seu caso demore mais que o esperado para ser atendido.

A confiança entre o cliente versus a prestadora de serviços deve surgir logo no primeiro atendimento. Um local que possui diversos meios de comunicação (sites, páginas no Facebook, e-mails, entre outros) costuma indicar um bom sinal, porque demonstra o interesse desses advogados de estabelecer um canal rápido de informações ao público.

Essa acessibilidade comunicacional é importante, porém desconfie quando o escritório dialoga muito e não disponibiliza um respaldo coerente. Repartições que aceitam casos de imediato, costumam dar problemas futuros; todo profissional deve estudar minuciosamente a situação antes de aceitar um trabalho.

Por último, mas não menos relevante, deve-se levar em consideração a localização do local escolhido. Não adianta encontrar um ponto que atenda todos os outros requisitos, mas o ambiente seja inviável para a sua locomoção. Ao se tratar de advocacia, os encontros presenciais são primordiais, dado que é necessário, ao longo de todo o processo, comparecer em audiências e encontros profissionais.